sábado, 24 de dezembro de 2011

                                                                             

Natal é a época de paz, amor, alegria, felicidade, comemoração, motivação, renovação e partilha.
O Natal, é a altura do ano em que as famílias aproveitam para se encontrar, desfrutando do prazer de estar juntas.
Lembra-se do Natal da sua infância? Provavelmente não tinha tantos presentes. Vivemos momentos difíceis, mas é bom recordar nestes dias de crise que, não é o que se põe debaixo do pinheiro que fica para a vida.
Mas sim os gestos e momentos simples, como montar uma árvore de Natal, preparar os doces em conjunto, estar á mesa em alegre convívio familiar, que ficam para sempre gravados na nossa memória. As tradições familiares e os momentos de partilha.
            Gosto de tradições. As tradições familiares, os momentos de partilha e os momentos especiais em família.
A quadra Natalícia, é um período propício à reflexão e, apesar do pessimismo em que todos mergulhámos ao longo do ano, da falta de perspectivas, de esperança, numa descrença que se instalou um bocadinho em todos nós, o futuro tem que ser encarado com esperança.
Para mim o Natal, é uma época de paz, amor, alegria, felicidade, comemoração e partilha. É a celebração familiar, uma oportunidade de poder estar em paz com as pessoas mais importantes da minha vida. E isso é, para mim, a coisa mais importante que se pode ter. Faz com que passe a ver a noite de Natal como um dia único.
Desejos – vos a todos um Feliz Natal!

                                                                                                  Alcino Pinto

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

“ Vá trabalhar lá fora”

                                          

Quando oiço, o Primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, a sugerir que os professores desempregados emigrem para o mercado de língua portuguesa e, simultaneamente, o governo prepara-se para despedir professores da rede de ensino de Português no estrangeiro, que, só na Europa, foi reduzida a metade, entendo isto como uma atitude de falta de sentido de estado e de dever!
Uma falha institucional tremenda: o respeito pelos cidadãos!
Ainda que admitindo a sua falta de preparação técnica para o exercício do cargo, nenhum político tem o direito de apontar a "porta de saída", aos seus cidadãos.
Portugal precisa dos portugueses, mas não precisa certamente de mais políticos como Passos Coelho, Sócrates, etc.
Há tempos foi um Secretário de Estado a convidar os jovens a emigrar, agora é o Primeiro-ministro a propor o mesmo aos professores, irem para Angola ou Brasil… Políticos que só apelam à emigração! Será que este país vai ficar deserto?
Soluções internas para criar emprego não fazem parte da agenda do nosso Primeiro-ministro. Todos sabemos que a riqueza maior de um povo é a sua mão-de-obra e a sua inteligência. Aqui apela-se à sua fuga.
O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), destaca como as principais razões que chamam a atenção dos empregadores europeus para os trabalhadores portugueses o seu nível de inglês, a boa preparação académica, a capacidade para resolver problemas e a "facilidade de adaptação a novas culturas".
Isto quer dizer alguma coisa sobre as qualificações dos trabalhadores portugueses.
Tanta política para incentivar à formação superior, à existência de mais qualificação e depois ser-se "convidado" a sair porta fora. Depois de se investir tanto a tentar dar um futuro a um país que ainda continua a ser de analfabetos, a tentar apostar na formação dos cidadãos e depois querem-nos enxotar para o país lusófonos.
Neste país deu-se prioridade às exportações, não admira que este governo queira exportar os próprios cidadãos.
Infelizmente, e com a situação em que o país está, penso que nos próximos anos vamos assistir a muito mais gente a sair de Portugal. Muitas pessoas não têm outra hipótese senão emigrar.
                                                                                                                                    Alcino Pinto

sábado, 15 de outubro de 2011

Nova Tesourada aos Funcionários Públicos e aos Pensionistas

 

As medidas anunciadas pelo Primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, na passada quinta feira, á noite, que visam sobretudo os funcionários da função pública e os pensionistas, são medidas violentas e injustas.
Estas medidas contrariam totalmente as palavras do Primeiro-ministro, que no mês de Janeiro do presente ano e também nos meses posteriores, não se cansou de dizer ao então Primeiro-ministro José Sócrates “ é um erro cortar salários da função pública e dos pensionista” e “ era preferível criar um imposto adicional extraordinário ao IRS”.
As duríssimas medidas que foram anunciadas poderiam e deveriam, em nome da equidade e da justiça social, ser distribuído por todos os cidadão, á semelhança do que sucedeu com a sobretaxa do subsídio de natal para este ano. Não faz sentido que só uma parte da população seja penalizada.
O primeiro-ministro com estas medidas, retira aos trabalhadores da administração pública num curto prazo de tempo, 25% do seu salário.
Pessoalmente, acho que, a ideia de que todos os Portugueses são chamados a contribuir é uma treta, uma vez que, a verdadeira riqueza continua á margem ….
Falta ainda saber o impacto, que as medidas tomadas pelo Primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, terão nas alterações ao IRS, nomeadamente nas devoluções, os aumentos do IVA em bens essenciais, como electricidade e gás. Para não falar do aumentos dos impostos especiais sobre consumo, IMI e ISP.
O Sr. Primeiro – Ministro, esqueceu-se de apresentar as medidas para responder os problemas do País, nomeadamente medidas para promover o emprego e o crescimento económico.
Os portugueses entendiam e aceitariam muito melhor estas medidas sem qualquer contestação, se ao olhar para a nossa sociedade e não fosse constantemente confrontada com situações escandalosas de desvios financeiros, sem qualquer tipo de controlo nem explicação, como o “ buraco da Madeira”, as regalias sociais dos dirigentes, os prémios chorudos e sem cortes nos gestores de algumas empresas publica e pior …. O aparente enriquecimento do ex – político á frente de empresas privadas que de forma evidente parece resultar, aos olhos do povo.
O primeiro-ministro disse que “ as medidas são minhas, mas o défice que as obriga não é meu”, mas esqueceu-se de explicar que o seu partido PSD, também contribuiu para o défice com mordomias e luxos de boys ou na criação exagerada de muitas empresas públicas.
É urgente ao primeiro-ministro e ao presidente da Republica, explicar ao povo português, onde ocorreram os desvios para este “monstro” défice, quem foram as pessoas responsáveis e porque continuam impunes.

domingo, 4 de setembro de 2011

                   

Chegou o mês de Setembro e com ele o regresso às aulas.
O início de um ano novo escolar representa sempre em despesas acrescidas. Implica sempre fazer uma ginástica orçamental e gastar algum dinheiro extra. Entre comprar material escolar, livros, mochila, roupa e calçado.
O regresso às aulas é um grande rombo na carteira dos portugueses.
Para que o regresso às aulas não se torne uma dor de cabeça utilize alguns truques para facilitar a sua tarefa.
Não deixe tudo para a última hora e tentar não comprar tudo o que agrada ao seu filho.
Comece por fazer uma lista do material que precisa, estabeleça um valor máximo do que pretende gastar e tente seguir tudo à risca, e evite deste modo aquisições impulsivas e supérfluas, quando se sabe exactamente aquilo que é mesmo necessário comparar.
Relativamente ao material de escolar, reúna todo o material escolar que possa ter sobrado de anos anteriores e que possa ser utilizado. Para além de poder começar a riscar itens da sua lista, já começou a poupar dinheiro. Pesquise vários locais de compra, esteja atento a todos os folhetos promocionais que recebe no correio.
Quanto aos livros escolares, regra geral, os livros são renovados anualmente, mas antes de comprar, verifique se o seu filho mais velho, familiares, vizinhos, ou mesmo amigos, lhe podem ceder ou trocar livros que já não precisem. Alguns livros são validos por vários anos.
Caso tenha mesmo que comprar os livros escolares, os supermercados são quase sempre uma opção mais em conta do que as papelarias. Tenha sempre atenção os cartazes económicos dos hipermercados.
Finalmente a compra da mochila, invista numa mochila com qualidade. A mochila quando estiver vazia não deve pesar mais do que meio quilo. Se a escolha da mochila não for bem-feita, for pesada e transportada de forma incorrecta, pode ser prejudicial para a coluna vertebral das crianças.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

BOM REGRESSO AO TRABALHO

                     

Para milhares de pessoas, as férias já terminaram ou estarão mesmo no fim.
Quem foi à praia mostra a marca do biquíni, quem esteve fora distribui “recuerdos” pela família.
É difícil esquecer a praia, ou o campo, as manhãs na preguiça, os almoços prolongados pela tarde fora, ver um pôr-do-sol relaxante!
Quase todas as pessoas dizem que as férias foram boas, mas…. curtas!
Tudo o que é bom acaba depressa, mesmo que dure muito tempo, ficamos sempre com a sensação de que passaram num ápice. Fica sempre algo por fazer, algum sítio por visitar.
O fim das férias é sempre algo difícil de aceitar para algumas pessoas. Começa a ansiedade, mudanças de humor, insónias, são alguns dos sintomas apontados por quem sofre no regresso ao trabalho, síndrome pós-férias (SPF)
         Mas nada de preocupações, pois a SPF dura apenas meia dúzia de dias e pode ser combatida com estratégias simples.
         Utilize o primeiro dia para organizar as ideias, mas não comece já a estabelecer prazos apertados, caso contrário não irá conseguir resistir até ao final da primeira semana!
Uma das principais diferenças quando estamos de férias é a forma como gerimos o tempo. Sem prazos e com total liberdade de horários, podemos demorar o tempo que nos apetecer em cada coisa que fazemos: um jogo de futebol, ver um filme na televisão ou ler o jornal. Tente reproduzir isso no seu dia-a-dia profissional. Verá que, ao contrário do que pensa, a sua produtividade e eficácia irão aumentar.
Guarde os fins-de-semana para a família, e aproveite bem o dia para não ter de fazer horas extras…
Um óptimo regresso ao trabalho e cheio de energia!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Férias

 
O verão é a estação do ano preferida pela maioria dos portugueses, época das férias escolares e de férias no trabalho. Período descanso dos estudantes, empregados, colaboradores, trabalhadores por conta própria e reformados.
Nas férias de verão, as pessoas ficam mais radiantes, aparentemente mais bonitas, tranquilas, descansadas, cheias de energia e felizes. O verão combina com praia, sol, andar de calções e t-shirt. Beber uma caipirinha fresquinha á beira da praia ou simplesmente aproveitar para dar um passeio á beira-mar.
O mês de Agosto é, tradicionalmente para a grande maioria dos portugueses, o mês de férias.
Quem vive uma vida intensa tem necessidade de encontrar um periodo, um pouco mais longo, para recuperar energias e acumular forças para enfrentar um novo ano. Descansar, sim, é o que realmente preciso, depois de um ano bastante cansativo e atribulado.
Lamentavelmente, muitas famílias, por razões de ordem económica, não gozam férias ou gozam-nas de forma deficiente. Caso não possa ir de férias para fora da sua cidade, não faça dramas. Há que sair de casa e explorar os lugares onde vivem, pois existem lugares que têm encanto, que tantas vezes passamos sem olhar, sem sentir e sem prestar a devida atenção.
Em síntese, toda a gente merece férias, até o meu gato Tobias!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Eu não voto mais em Fernando Nobre

                          

                                                                                    

Votei em Fernando Nobre á candidatura e Presidência da República Portuguesa, porque dizia ele que "... não basta apregoar é preciso fazer e fazer faz a diferença. Combater a corrupção e mudar o rumo que Portugal está a levar. Acabar com a ignorância e ideais recíprocos de o passado vivemos momentos difíceis para hoje e futuramente continuarmos a viver pela administração Portuguesa. Não é só a administração que é importante, somos todos nós, estudantes, ramos e actividades empresariais e públicas, e trabalhadores. Vamos evoluir. Vamos crescer. Vamos unir os Portugueses..."

Fernando Nobre, ao assumir liderança de candidatura por Lisboa, revela-se com isto um verdadeiro vira-casacas, não passa de mais um oportunista político assumindo o que é melhor para si em qualquer altura.

Desilusão total, desencanto é no mínimo que sinto neste momento por me sentir totalmente enganado. Uma candidatura que se apresentava diferente era, afinal, uma autêntica farsa. Aqui está a “ fina flor” dos mentirosos deste país, ainda há pouco tempo numa estação televisiva dizia que nunca concorreria por nenhum partido deste país.

"Não confieis nos nobres, nem no filho do homem terreno, a quem não pertence a salvação. Salmo 146."