quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O SILÊNCIO DE PAULO PORTAS

O silêncio de Portas


Retirada daqui

É Importante ter um Plano B

Desde que a crise instalou-se no nosso país, torna-se cada vez mais importante ter um Plano B, para qualquer emergência que possa acontecer.
Ter trabalho tornou-se cada vez mais difícil, e com a taxa de desemprego a subir, todas as famílias precisam de ter um Plano B, para as suas finanças.
No entanto, antes de começar a pensar em investir, deve poupar algum dinheiro para reforçar as suas finanças:
1) Orçamento
O orçamento é importante não só para controlar as suas finanças, mas também para ter bons hábitos financeiros. O orçamento deve ser rigoroso e registe sempre cada gasto e, no final do mês, verifique onde pode começar a cortar nos gastos. Observe quais as fatias maiores dos seus gastos mensais. Se a maioria do ordenado do agregado familiar for gasto em pagamentos de juros de crédito, crédito habitação ou automóvel, procure renegociar estes pagamentos ou consolidar os créditos num pagamento único.
2) Rendimento
Existem várias soluções de rendimento a curto, médio e longo prazo. Estas contas permitem que obtenha algum rendimento no final do mês. Verifique se os encargos com esta conta compensam sobre os ganhos que vai obter, e no caso afirmativo poderá ter encontrado uma solução simples para obter mais algum rendimento. Esteja atento a ofertas de soluções de poupança a curto prazo, mesmo que não sejam do seu banco. Os bancos oferecem frequentemente juros interessantes para novos clientes que abram uma conta poupança.
3) Investimento
Quando tiver alguma poupança, poderá então começar a pensar em investi-la. Existem várias soluções financeiras de baixo risco que não precisam de acompanhamento constante. Informe o gestor de conta do seu Banco e deixe bem claro que irá considerar ofertas de outros bancos.
Se investir com mais algum risco, poderá ainda usufruir dos serviços de um gestor pessoal no seu banco. Vários bancos oferecem soluções de investimento conjunto em que vários clientes participam na mesma carteira de investimento, gerida por um profissional.
Investir num negócio na altura certa, ou comprar um imóvel com potencial para valorização, pode ser uma excelente decisão financeira.                  

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Alterações ao Código do Trabalho VII


7 - Trabalho na mesma empresa há 19 anos. Se for despedido, como vai ser calculada a minha indemnização? E se estiver na empresa há apenas 5 anos?
Assumimos que o despedimento a que a pergunta se refere é o que decorre de causas objetivas (despedimento coletivo, extinção de posto de trabalho) ou o que decorra de inadaptação, já que apenas nestes casos há lugar ao pagamento de compensação ao trabalhador afetado pelo mesmo.

No que respeita aos trabalhadores cujos contratos de trabalho foram celebrados antes de 1 de novembro de 2011 e que à data de 31 de outubro de 2012 tenham 12 ou mais anos de antiguidade a compensação a pagar é a correspondente a 1 mês de retribuição base mais diuturnidades, por cada ano de antiguidade, calculado até 31 de outubro de 2012.

A partir de 1 de novembro de 2012 a compensação é calculada na proporção de 20 dias/ano.
Importa assinalar que, quando o montante da compensação calculada nos termos da regra de 1 mês de retribuição base e diuturnidades por cada ano de antiguidade seja igual ou superior a 12 vezes a retribuição base mensal e diuturnidades ou quando o mesmo montante exceder 116.400 euros não há lugar ao pagamento da compensação pela antiguidade que se vencer a partir de 31 de outubro de 2012.


No que respeita aos trabalhadores cujos contratos de trabalho foram celebrados antes de 1 novembro de 2011 e que à data de 31 de outubro de 2012 tenham menos de 12 anos de antiguidade, a compensação a pagar é calculada nos seguintes termos:

1) Até 31de outubro de 2012 a compensação é calculada 1 mês de retribuição base mais diuturnidades por cada ano de antiguidade.

2) A partir de 1 de novembro de 2012 a compensação é calculada na proporção de 20 dias/ano

Também aqui a compensação tem como limite de 12 vezes a retribuição mensal e diuturnidades ou 116 400 euros.

sábado, 13 de outubro de 2012

Gesto simples para poupar dinheiro

Existem truques simples para poupar dinheiro, estão mesmo à sua frente e por vezes nem se apercebe desse facto.

Ao tentar poupar algum dinheiro para reforçar as suas finanças, estabeleça um objetivo, com o intuito de atingir uma finalidade específica, e é isso mesmo que tem de manter em mente.

Organize-se, fazendo orçamentos de forma a manter todo o seu dinheiro na linha e só criar despesas extra em determinadas ocasiões. Pare de comprar tudo o que for desnecessário.

Faça cortes financeiros em tudo o que puder e comece a tomar medidas mais económicas no seu no dia-a-dia. As poupanças começam com pequenos gestos e a longo prazo irá aperceber-se disso.

Gesto simples para poupar dinheiro:

         - Em casa, feche bem as torneiras, apagar todas as luzes que são desnecessárias estarem ligadas, evitar ligar aquecedores e banhos de emersão, opte pelo duche.

- Coloque as máquinas de lavar roupa e loiça quando estas estiverem bem cheias, opte pelo bi-horário, neste tarifário a eletricidade fica mais barata.

- Nas compras ao supermercado, faça uma lista do que necessita, e compre somente o que está na lista, não caia na tentação.
- Leve sempre de casa sacos de plástico ou algo que dê para transportar as compras.
- Aproveite todos cupões de desconto, com estes cupões poupa muito dinheiro nas idas às compras, ao longo do ano.
- Tome o pequeno-almoço em casa.

- Leve a marmita de casa, para comer no local de trabalho.

- Evite ir tantas vezes tomar ao café.

- Compre menos jornais e revistas.

Com estes pequenos gestos a sua vida financeira irá melhorar bastante!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

NOVOS ESCALÕES DE IRS: CONSULTE AS SIMULAÇÕES


Em parceria com a Deloitte, a Agência Financeira e tvi24.pt apresentam uma tabela de simulação com os novos escalões de IRS: saiba quanto vai pagar de imposto e em que novo escalão está inserido.
Actualização de 0%
Rendimento
(Euros)
IRS 2013
(sem STE)
(Euros)
IRS 2013
(a STE)
(Euros)
IRS 2013(Total)
(Euros)
Redução
do Salário
Líquido
Casado /2 tit.
10 000
0
0
0,00%
Casado / 1 tit.
10 000
0
0
0
0,00%
Solteiro
10 000
76
0
76
0,76%
Casado / 2 tit.
20 000
0
0
0
0,00%
Casado / 1 tit.
20 000
703
68
772
3,85%
Solteiro
20 000
2 780
364
3 144
5,73%
Casado / 2 tit.
40 000
4 754
704
5 458
4,93%
Casado / 1 tit.
40 000
5 839
857
6 696
5,69%
Solteiro
40 000
9 730
1 152
10 882
5,46%
Casado /2 tit.
80 000
18 849
2 281
21 130
5,15%
Casado / 1 tit.
80 000
18 849
2 281
21 130
5,15%
Solteiro
80 000
25 861
2 576
28 438
6,52%
Casado / 2 tit.
200 000
72 475
6 553
79 028
8,72%
Casado / 1 tit.
200 000
72 475
6 553
79 028
8,72%
Solteiro
200 000
81 396
6 848
88 245
6,66%
Casado / 2 tit.
400 000
162 365
13 673
176 038
6,65%
Casado / 1 tit.
400 000
162 365
13 673
176 038
6,65%
Solteiro
400 000
171 286
13 968
185 255
5,78%

Fonte: Análise Deloitte
Nota: STE - corresponde à sobretaxa extraordinária